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Lei e família internacional do Grupo ACN
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Robert T. Stephan |
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Em Outubro, tive o privilégio de participar no evento internacional de formação de Munique, na Alemanha. Aí, percebi que muitas das questões jurídicas com que o Grupo ACN depara na América do Norte fazem também parte da realidade de outros países em que a empresa opera. A expressão “o mundo é pequeno” ganhou todo o sentido.
Apesar de cada país ter as suas próprias leis, há aspectos comuns a todos os códigos legais que são tidos em consideração pelo Grupo ACN. Este faz tudo o que está ao seu alcance para cumprir as leis que regem os países em que os representantes independentes operam os seus negócios. O Grupo ACN não só dispõe de regras que se aplicam a cada país como possui um conjunto de regras que são universais. No evento de Munique, falei da importante questão da transferência fraudulenta perante uma audiência de aproximadamente 7.000 pessoas. Um representante independente que se preze não deve enviar contratos de serviço telefónico sem que os respectivos clientes tenham, de facto, solicitado o serviço. Se o fizer, não só estará a desrespeitar as leis do seu país como também estará a violar as regras do Grupo ACN. Praticamos uma política de tolerância zero em relação à transferência fraudulenta e se se provar que um representante independente cometeu um acto desta natureza, a sua posição de representante será desactivada.
Actividades imorais ou ilegais são expressamente proibidas
Para além do caso específico da transferência fraudulenta, o Grupo ACN não tolera quaisquer tipos de actividades imorais ou ilegais. Presume-se que os representantes independentes conheçam e cumpram as leis dos países em que conduzem os seus negócios. Os representantes independentes estão também proibidos de fazer declarações falsas ou enganadoras de qualquer tipo, incluindo, mas não se limitando a, deturpações dos serviços do Grupo ACN ou do plano de remuneração do Grupo ACN.
Em suma, o Grupo ACN espera e exige que os representantes independentes ajam em total conformidade com a lei. Aqueles que violarem as regras do Grupo ACN ou as leis dos países em que operam, estarão a prejudicar não só os seus próprios negócios mas também os representantes independentes que conduzem os seus negócios dentro da legalidade.
O Grupo ACN respeita profundamente as leis de cada país em que tem operações e é por esta razão que deve determinar se um representante deve ser suspenso ou desactivado quando comete transgressões.
No fundo, a conduta a adoptar é muito simples: dizer a verdade, fazer o que está certo e respeitar os direitos dos outros. Isto é o que o Grupo ACN espera dos seus representantes independentes.
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